A força do WhatsApp na comunicação de massa

O eleitor terá um forte aliado para ajudá-lo na escolha dos candidatos a próxima eleição: o WhatsApp. O aplicativo será a ferramenta mais usada, aquela que vai “propiciar” a comunicação de textos, áudio e vídeos entre os internautas e apontar os rumos da eleição. O exemplo deixado pela mobilização de grupos de conversação via WhatsApp durante a greve dos caminhoneiros entra para a história. Eles “dispensaram” a grande mídia e utilizaram a rede social para fazer o chamamento e garantir a paralisação. Alguns veículos, que compõem a grande mídia, até tentaram interferir na greve dos caminhoneiros divulgando notícias e prognósticos totalmente equivocados. Perderam a “batalha” para o WhatsApp. É cego quem não vê e bobo quem não admite.

Eleições 2018, problemas a vista! Cuidado…

Antigamente o eleitor esperava os debates e até aqueles terríveis programas eleitorais para depois definir o candidato ideal. Agora, com a força das redes sociais, o processo de escolha tomou outro rumo: esses mesmos programas eleitorais chatos e “manipulados” por grandes marqueteiros podem se transformar em uma espécie de “tiro no pé” de certos candidatos. O efeito poderá ser devastador caso o eleitor perceba algum tipo de manobra, deslize de conduta, passado nebuloso. Nestes casos toma rumo inimagináveis nas redes sociais e causa sequelas que podem DERRUBAR uma candidatura. O sistema é bruto e o exemplo usado durante a mobilização dos caminhoneiros pode servir de “base” para aqueles que duvidam da força das redes sociais sobre a população. O WhatsApp é o veículo da moda. Está no pódium. É atraves dele que o mundo da modernidade se comunica “de igual para igual”, sem interferência de terceiros. É o WhatsApp que proporciona a participação discursiva de temas importantes entre você e aquele que escreve ou envia a mensagem instantaneamente. Nenhum outro veículo de comunicação oferece tal oportunidade de forma rápida e objetiva. A rede social se tornou o veículo de comunicação de todos, independente da classe social ou ideologias políticas ou religiosas. Hoje, cada dia se fala menos ao celular e cada dia se escreve mais nas redes sociais. A população ficou muda, não se fala nem dentro de casa! Pena que muitos usuários utilizam as redes para propagar o mal, espalhar notícias falsas, emitir comentários sem o devido conhecimento e, principalmente, espalhar postagens sem fonte confiável, tipo: RECEBE E PASSA. FakeNews é um atraso na vida de quem usa ou se deixa enganar.

Viva o WhatsApp! Viva o Twitter! Viva o Face! Viva o Instagram! Esses veículos nos ajudarão a divulgar propostas concretas e a banir do processo político indivíduos nefastos a democracia.

Aos desavisados um aviso: chegou o tempo da colheita. Só terá direito a ela quem plantou. O resto é conversa fiada, é demagogia.

Ricardo Noronha
sosbrasilia.com.br

SOSBRASILIA.COM

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