BRASÍLIA, PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE – UNESCO.

Por Paulo Castelo Branco/sosbrasilia

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(foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)

Boas ações do Governador Ibaneis têm sido muito bem recebidas pelos cidadãos de Brasília. Eleito com 70% dos votos, Ibaneis, sem ter disputado eleições para o executivo, portanto, pouco afeito aos relacionamentos entre o público e o privado.

Com relação ao âmago da cidade, ao afirmar que o tombamento de Brasília é hipocrisia boba, parece ter sido impregnado por discursos dos invejosos que vivem para interferir no plano original de Lúcio Costa. O Plano é em todo o mundo que admira a obra e que a visitam só para conhecer a cidade diferente, o que favorece o incremento do turismo.

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Agência Brasília Reunindo os principais órgãos administrativos federais e locais, o Eixo Monumental é a representação da

Nesta semana, o governo do Distrito Federal e a Secretaria de Turismo realizaram o seminário “Investe turismo”, em parceria com o Ministério do Turismo e o Sebrae.

O Clube do Choro, Patrimônio Imaterial de Brasília dirigido por Reco do bandolim, foi o palco do seminário, com a participação de cerca de 300 pessoas, tendo como objetivo fortalecer a capital da República como rota turística estratégica.

O governador Ibaneis, em discurso durante a campanha eleitoral, ao ser perguntado sobre o turismo em Brasília, não titubeou indicar o Clube do Choro como marca da capital.

No sábado, ao meio-dia, o governo voltou a dar um passo importante em nosso desenvolvimento ao assinar o contrato de administração do espaço do Estádio Mané Garrinha com a empresa Arena Bsb. O evento demonstra o interesse da iniciativa privada em participar de licitações de grande porte, trazendo investimentos nacionais e internacionais, nos colocando como local atrativo e lucrativo.

Estas ações gerarão empregos e impostos ao depauperado cofre público, por outro lado, servem para mostrar que o tombamento não prejudica negócios nem, tampouco, obras necessárias e fundamentais.

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IphanCatedral Metropolitana

A mudança da destinação do Setor de Industrias Gráfico é outra evidencia de que, dentro dos parâmetros fixados no Plano Piloto, não há impedimentos ao desenvolvimento da área preservada e reconhecida como Patrimônio da Humanidade.

Os mais intolerantes afirmam que, em virtude do tombamento, não se pode instalar VLTs no Eixo Monumental. Papo furado. O fato é que o meio de transporte não foi em frente por acusações de ilegalidades nos procedimentos da obra.

A verdade é que sempre há um arquiteto ou urbanista disposto a interferir no sorriso da “Mona Lisa”, obra pronta e acabada, tal qual o Plano Piloto.

Brasília, 27 de julho de 2019.

Paulo Castelo Branco.           

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