Obras do túnel de Taguatinga recebem R$ 23 milhões em crédito suplementar

Por: Redação SOS

Ao todo, R$ 275,7 milhões serão investidos na construção, que está sendo coordenada pelo Consórcio Novo Túnel

Foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (29/10) um decreto que prevê R$ 23 milhões em crédito suplementar para o reforço nas obras de construção do túnel de Taguatinga, que fará uma ligação subterrânea para quem segue para Sol Nascente/Pôr do Sol, via Elmo Serejo, além de oferecer uma alternativa pela superfície para o centro da cidade.

O montante será repassado para a Secretaria de Estado de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal, responsável pela verba destinada ao viaduto. Ao todo, R$ 275,7 milhões serão investidos na construção, que está sendo coordenada pelo Consórcio Novo Túnel, executor das obras.A construção foi liberada no final do ano passado pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). O trabalho estava suspenso desde 2016, após representação que questionava a habilitação do Consórcio Novo Túnel na licitação. As obras foram iniciadas, de fato, em maio último e têm previsão de conclusão apenas para 2022.A intenção do GDF é evitar a retenção de veículos nos semáforos do centro de Taguatinga. Do outro lado, aqueles que chegarem a Taguatinga pela EPTG também passarão pelo túnel até o início da Via Estádio, saindo logo após o viaduto da Avenida Samdu. Vias marginais darão acesso às Avenidas Comerciais e Samdu Sul e Norte.

Horário restrito

Nessa quarta-feira, os deputados da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovaram o Projeto de Lei nº 1.176/20. O nova regra veda a realização de obras e serviços públicos que possam afetar o fluxo no trânsito durante os horários de maior circulação de veículos no DF.

O intuito é reduzir os impactos de obras públicas no tráfego urbano. O texto foi votado em dois turnos e agora segue para a análise do governador Ibaneis Rocha (MDB).

O texto prevê que a medida não se aplica “em situações emergenciais e imprevisíveis” nem a obras de grande escala e de longa duração.

Fonte: Anderson Costolli – Metrópoles

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