Casa da Mulher Brasileira em Ceilândia

Por: Redação SOS

A nova Casa da Mulher Brasileira é uma conquista do GDF e um presente à mulher brasiliense

Redação SOS Brasília

A vitória foi captaneada pela Secretaria da Mulher, Ericka Filippelli, para oferecer um local digno de acolhimento às mulheres em situação de vulnerabilidade, desde que o prédio da instituição, na Asa Norte, foi interditado pela Defesa Civil, em 2018.

Depois de negociações com o Governo Federal, dono do antigo espaço, foi assinado um Termo Aditivo do convênio de manutenção da Casa da Mulher no DF. O documento assegurou o repasse de R$ 13 milhões para a Secretaria da Mulher, pelos próximos dois anos, para o aluguel e manutenção do edifício.

A Casa da Mulher presta assistência integral e humanizada às mulheres em situação de violência, facilitando o acesso aos serviços especializados e garantindo condições para o enfrentamento, o empoderamento e autonomia econômica das vítimas. “Vamos oferecer um atendimento integral às mulheres. Aqui será um espaço onde pretendemos realizar até a capacitação das mulheres”, revelou a secretária Ericka Filippelli.

Ao todo, serão 2 mil metros² em cinco andares, ocupados com serviços como acolhimento, refeitório, brinquedoteca, refeitório, Delegacia da Mulher e Núcleo Especializado da Defensoria Pública, entre outros | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Acolhimento

O projeto da nova Casa da Mulher Brasileira é arrojado. O prédio de cinco andares, totalizando 2 mil metros², será ocupado por órgãos e serviços afim de atenderem da melhor forma possível as mulheres. O edifício, na CNM 01, Bloco I, lote 3, no coração de Ceilândia, foi entregue totalmente pronto à Secretaria da Mulher. Serão feitas algumas intervenções, mas essas obras visam somente à adequação dos espaços, de acordo com a sua destinação.

O primeiro andar, que já estará aberto à população no início de abril, vai abrigar as salas de acolhimento, auditório, refeitório e brinquedoteca.

O segundo andar terá uma área administrativa, espaços para treinamentos e cozinha industrial, além de salas de reunião e de monitoramento. No terceiro andar serão instalados os órgãos jurídicos, como a Delegacia da Mulher, Núcleo Especializado da Defensoria Pública, Juizado de Violência Doméstica e o Ministério Público.

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