Greve: Metrô tem 60% dos trens circulando

Por: Redação SOS
Em plena pandemia da covid-19, plataforma do metrô e trens registra aglomeração e fluxo intenso de pessoas devido a greve da classe
Em plena pandemia da covid-19, plataforma do metrô e trens registra aglomeração e fluxo intenso de pessoas devido a greve da classe

A greve dos metroviários começou nesta segunda-feira (19/4) e os usuários podem sofrer com a diminuição de trens circulando. Durante horário de pico hoje, 14 dos 24 trens do metrô circularam, após isso, a quantidade caiu para seis trens.

A média de espera na plataforma, fora do horário de pico, é de 30 minutos. Apenas 30% do quadro de funcionários do metrô deve trabalhar durante a paralisação.

Os funcionários do Metrô-DF reivindicam por direitos trabalhistasMetrô-DF reivindicam por direitos trabalhistas e a paralisação acontece por tempo indeterminado. Em assembleia que aconteceu na noite de domingo (18/4) ficou estabelecido que a companhia deve operar com 60% dos trens em horários de pico.

A liminar do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) estabelece que o Sindicato, em caso de paralisação, deve funcionar da seguinte forma:

a) Em dias úteis (60% da frota):
a.1) horários considerados de pico, será das 6h às 8h45 e das 16h45 às 19h30;
a.2) horários denominados de “vale” diurno das 8h45 às 16h45; e
a.3) horários denominados de “vale” noturno, das 19h30 às 23h30.

b) aos sábados:
b.1) horários de “pico”, das 6h às 9h45 e das 17h às 19h15;
b.2) horários de “vale” diurno, das 9h15 às 17h; e
b.3) horários de “vale” noturno, das 19h15 às 23h30.

c) aos domingos e feriados, circularão 40% (quarenta por cento) dos trens que, normalmente, operam em tais dias.

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