Os metroviários reduziram o serviço em protesto contra o corte do auxílio-alimentação, de R$ 1,2 mil. Além disso, os servidores citam descumprimentos judiciais, como os descontos ilegais da greve de 2019 que, até hoje, não foram devolvidos
Redação SOS Brasília
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que 80% dos trens da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) funcionem nos horários de pico, durante a paralisação de servidores. A greve começou na segunda-feira (19) e, nesta sexta, entrou no quinto dia.
A decisão é da ministra Maria Cristina Peduzzi e atende a um pedido da empresa. O Tribunal Regional do Trabalho do DF (TRT-DF) já havia determinado que 60% dos trens funcionassem durante a greve. Com a nova decisão, esse quantitativo fica ampliado. Além disso, a determinação afirma que, fora dos horários de pico, 60% da frota deve funcionar. Antes, eram 40%.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/J/e/jdUGx7QXG47qmiif5zpA/whatsapp-image-2021-04-22-at-20.09.34.jpeg)
Aglomeração na estação Arniqueiras, em Águas Claras no início da noite desta quinta-feira (22) — Foto: Kelly Calazans / arquivo pessoal
Desde o início da greve, passageiros registram vagões cheios no metrô. Em meio à pandemia de Covid-19, a situação coloca em risco as pessoas que precisam usar o transporte público. A estagiária em contabilidade Kelly Calazans afirma ficar preocupada.



