Mulher que deu tapa na cara de educadora, no DF, terá que pedir desculpas em público; veja vídeo

Educadora social leva 'tapa na cara' de mãe de aluna no DF

Justiça homologou acordo entre vítima e agressora. Retratação está marcada para próxima semana, na escola onde ocorreu caso.

Educadora social leva ‘tapa na cara’ de mãe de aluna no DF

A mulher que deu um tapa no rosto de uma educadora, em junho deste ano, no Distrito Federal, terá que pedir desculpas à vítima em público. A medida está prevista em um acordo fechado entre as duas envolvidas e homologado pela Justiça do DF nesta terça-feira (22).

Câmeras de segurança registraram o momento do tapa (veja vídeo acima), que ocorreu após desentendimentos por conta da filha da agressora, de 10 anos.

Segundo a Secretaria de Educação do DF, a retratação está marcada para a próxima semana, no Caic Bernardo Sayão, em Ceilândia, escola onde ocorreu a agressão.

Ainda de acordo com a pasta, “todos os envolvidos devem participar, assim como a comunidade escolar”.

O acordo homologado pela juíza Marina Corrêa Xavier prevê ainda o pagamento de indenização pela agressora, no valor de R$ 1 mil.

Ao G1, a educadora alvo do ataque, que não quis se identificar, disse esperar que a medida sirva como exemplo.

“Ela está recebendo as consequência do ato que cometeu. Que sirva de exemplo para que isso não ocorra com outros educadores.”

Educadora social leva tapa na cara de mãe de aluna no DF — Foto: Reprodução
Educadora social leva tapa na cara de mãe de aluna no DF — Foto: Reprodução

Tapa filmado

Nas imagens, a mãe da aluna aparece conversando com a educadora, que é voluntária na escola. A filha da agressora acompanha a discussão. Pouco tempo depois, a mãe dá uma tapa na vítima. Um professor que estava no corredor tenta conter a mulher.

A educadora contou que a discussão começou porque a filha da agressora passou mal durante as atividades. A pedagoga disse que a criança precisava se alimentar antes de ir para a escola.

A mulher não teria gostado da sugestão e foi ao colégio “pedir explicações”. Após a agressão, funcionários da escola chamaram a polícia. À época, a agressora foi levada para a 23ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia, e liberada.

Fonte: Afonso Ferreira, G1 DF

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