Diesel tem nova redução de 4,6%

Por: Redação SOS
Diesel, bomba de combustível

Petrobras anuncia mais uma redução nos preços do diesel, de 4,6%, como consequência da queda do petróleo no mercado internacional.
Para o diesel A, a redução vai ser de R$ 0,16 por litro. O novo preço do combustível para as distribuidoras vai ser em média R$ 3,27/litro.

Já no diesel B, que leva 86% de diesel A e 14% de biodiesel na composição, o novo valor de repasse às intermediárias é de R$ 2,81 /litro.

A Petrobras disse que, desde dezembro de 2022, os preços de diesel para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 1,22/litro, com redução de 27,2%.

INSS – Governo Federal está sem rumo sobre o escândalo do INSS. Sabe que terá de indenizar pelo menos quatro milhões de aposentados e pensionistas (R$ 6,3 bilhões), mas enfrenta dúvidas difíceis de superar.

Por exemplo, é preciso estudar caso por caso, identificando aquelas poucas pessoas que autorizaram os descontos no benefício. Há ainda o impasse sobre a origem dos recursos para indenização, que podem vir dos sindicatos denunciados, mas nesse caso o processo pode se prolongar bastante.

Ontem, a GloboNews alertou que, na sequência, surgirá grande escândalo relativo aos empréstimos consignados.
Na TV, foram mostrados diversos casos de cobranças indevidas feitas por instituições financeiras. O escândalo dos consignados pode ser bem maior do que este dos aposentados.

DEPUTADOS – Câmara Federal discute projeto que altera o número de deputados federais. O novo arranjo passaria a valer em 2027, tendo como base o Censo Demográfico de 2022, do IBGE. Estudos indicam que 14 estados podem ter a composição das bancadas alterada.
Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Sul (2), Piauí (2), Paraíba (2), Bahia (2), Pernambuco (1) e Alagoas (1) perderiam vagas. Já Santa Catarina (4), Pará (4), Amazonas (2), Ceará (1), Goiás (1), Minas Gerais (1) e Mato Grosso (1) ganhariam novos representantes.

Presidente da Câmara, Hugo Motta, pode discutir com Supremo Tribunal Federal o aumento do número de deputados federais de 513 para 527, ao custo de R$ 46,2 milhões/ano.

MANIFESTAÇÃO – Ex-presidente Bolsonaro diz em redes sociais que pode participar do ato em defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, marcado para amanhã (7) em Brasília, apesar da recomendação médica contrária.
A manifestação ocorrerá à tarde, na Esplanada dos Ministérios, que terá regime especial de segurança, com bloqueio no trânsito.

ANALFABETISMO – Três em cada dez brasileiros de 15 a 64 anos não sabem ler e escrever ou sabem muito pouco. São os chamados analfabetos funcionais. São 29% da população, o mesmo percentual de 2018.

Os dados são do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), iniciativa da Fundação Itaú em parceria com ⁠Fundação Roberto Marinho, ⁠Instituto Unibanco, Unicef e Unesco.
Em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam na condição de analfabetos funcionais. Em 2024, esse índice subiu para 16%.

CARDEAIS A POSTOS – Os 133 cardeais eleitores já se encontram em Roma, para o Conclave, que terá início amanhã.
Novo Papa pode sair até o fim da semana.

NOVA MINISTRA – Presidente Lula exonerou Cida Gonçalves, que estava há dois anos e quatro meses no cargo de ministra da Mulher (plenamente desconhecida). Empossou como substituta a assistente social Márcia Lopes.

Cida Gonçalves deixa o cargo em meio a denúncias de assédio moral e racismo apresentadas desde o ano passado por servidoras do ministério. Foi a 12ª troca de ministro no atual Governo Lula (um terço).

MIGRANTES – Governo Trump anunciou “assistência de viagem” e pagamento de US$ 1.000 (R$ 5.673) para os imigrantes que usarem o aplicativo do governo para “se autodeportarem”.
Departamento de Segurança Interna lançou o aplicativo CBP Home, para que migrantes comuniquem aos EUA a intenção de deixar o país.

MULHERES – Política de Cotas para Mulheres em Situação de Violência Doméstica tem adesão de 16 estados e DF.
Garante a reserva de 8% dos postos de trabalho em contratações públicas para este público.

INFLAÇÃO – Analistas do mercado financeiro reduziram a expectativa de inflação de 2025 pela terceira semana consecutiva.
Pesquisa com mais de 100 instituições financeiras consta do relatório Focus do Banco Central (BC).

Para a inflação de 2025, a estimativa do mercado passou para 5,53%, ainda acima do teto da meta, que é 4,5%.
Para 2026, a expectativa de inflação ficou em 4,51%.

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, a projeção do mercado ficou estável em 2%.
Já para 2026, a previsão de alta do PIB do mercado financeiro continuou em 1,70%.

Economistas fazem projeção para a taxa básica de juros Selic, que pode ficar em 14,75% ao ano ao final de 2025 (antes, a previsão era de 15%).

Dólar: a projeção para a taxa de câmbio para o fim de 2025 caiu para R$ 5,86.

DÍVIDA PÚBLICA – Renovada a preço cada vez mais caro, a dívida pública brasileira cresce como bola de neve, segundo estudo de Eduardo Laguna no site BroadCast, do Estadão.
Em nove anos, valor mais do que dobrou, passando de R$ 9 trilhões. Equivale a 76,2% do Produto Interno Bruto (PIB).

Embora inclua governos estaduais e prefeituras, 95% do endividamento público pertence ao Governo Federal.
Ministério da Fazenda afirma que despesas com juros devem cair no médio prazo. Declara que os títulos públicos colocados em leilão têm demonstrado demanda consistente.

Tesouro mantém reserva de liquidez dedicada ao pagamento de obrigações, que fechou o ano passado em R$ 860 bilhões, o que descarta o risco de calote da dívida.

IDH – Brasil subiu cinco posições no ranking global do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), saindo da 89ª para a 84ª colocação entre 193 nações avaliadas. Pontuação do Brasil subiu para 0,786, em uma escala que vai de 0 a 1.

Melhoria do Brasil se deve principalmente ao aumento da renda nacional bruta per capita (graças principalmente aos benefícios sociais) e à recuperação nos indicadores de saúde, com a expectativa de vida voltando a crescer após os impactos da pandemia.
Tempo médio de estudo da população permanece insatisfatório, abaixo da média dos países com IDH alto.

ECONOMIA – Índice Bovespa, da Bolsa de Valores, fechou ontem em 133.491 pontos, com baixa de 1,21%.

MOEDAS – FONTE: BC
Dólar Comercial: R$ 5,68 (+0,63%)
Dólar Turismo: R$ 5,90 (+0,56%)
Euro Comercial: R$ 6,43 (+0,73%)
Euro Turismo: R$ 6,70 (+0,62%)
Bitcoin: R$ 536.050 (-1,06%)
Por RENATO RIELLA

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