BOBOS NÃO SOMOS…NÃO SOMOS DRÁUZIO VARELA


Há discussões que precisam ser duras, explícitas, sem meias palavras.
A reação contra o médico Dráuzio Varela é justa e necessária, pois ele não deve fazer o papel ridículo de falso repórter, sem a menor aptidão. No máximo, é um consultor médico.
A discussão real deve girar em torno da falsidade que os dominadores da opinião pública fazem sobre a marca “trans”. Alguém está ganhando com isso.
Você acha certo que um cara que tem pinto, com toda a tesão do mundo, seja chamado de mulher?
Você acha certo que um cara masculinizado, que adota nome de mulher, dispute esportes femininos?
Você acha certo que um cara que mija com o pênis frequente banheiro feminino?
Do jeito que as coisas andam, breve a Globo vai fazer campanha para instalar mictórios em banheiros femininos.
Aí vêm os neojuristas dizendo que o ser humano pode autodefinir o seu sexo. Pode passar a se chamar de mulher, mesmo que seja biologicamente homem – sem útero, por exemplo.
Claro que o cidadão pode tudo. Menos invadir espaços definidos há séculos pela sociedade.
Vejam só. Sou baiano, moreno, 1m69. Posso me dizer finlandês? Posso me afirmar como japonês? Seria fraude.
Tenho 71 anos. Posso afirmar publicamente que tenho 30 anos? Seria ridiculamente falso.
Sou homem. Posso frequentar ginecologista?
Digamos que eu me apresente para um emprego de pizzaiolo. Convincente, sou contratado com estardalhaço pela empresa. Na primeira pizza que fizer, o dono da firma vai me expulsar na porrada, como falsário.
Mas o trans, mesmo tendo pinto duro, quer se instalar em prisão feminina.
Vocês sabem que já houve trans que engravidou mulher em prisão onde não entram homens?
É preciso definir limites para a benevolência.
E limites para a imposição de ideias à sociedade.
Em nome do politicamente correto, nos empurram barbaridades.
Para não sermos chamados de direitistas, temos de aceitar qualquer sacanagem?
É preciso se discutir o real papel do trans na sociedade.
Sei que há variações diversas e trans não é um caso plenamente definido – inclusive na lei.
Mas, pelo menos, se tiver tesão de estivador, que não seja visto como mulher.
Não tentem nos fazer de bobos. Nós não somos Dráuzio Varela.


(RENATO RIELLA)

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