Renato Riella: MAIS UM MILAGRE DO MEU ANJO-DA-GUARDA

Foto RIELLA
Por Renato Riella*

Sempre tive muita fé – mas uma fé alegre, divertida, ensinada por Tia Aurora, a santinha da família.
Digo sempre que vivo incrivelmente protegido por meu Anjo-da-Guarda, nas situações mais simples (mas também nos riscos mortais) .
Bastante disléxico, já fui salvo por este amigão algumas vezes. “Fique tranquis!”, diz ele, ao me conduzir e me salvar.
Tenho um Anjo-da-Guarda especializado em conseguir vagas em estacionamento –  não falha. Muita gente se surpreende com este meu poder de parar onde quero.
Porém, ontem, o Anjo Amigão se superou. Só conto a história porque tenho três testemunhas idôneas, que sorriram depois de verem algo inacreditável. Não vão esquecer nunca. Vou resumir a história.
Busquei minha filha Nara e as netas Cecilinha (11) e Clarinha (7), na academia, no início da noite.
Fiquei fora do carro esperando elas, que demoraram um pouco.
Dirigi cerca de 4 km até o Marietta do Lago Sul, onde fomos comer sanduíches.
Lá chegando, procurei meu celular. Lembrei que minha amiga Regina havia prometido ligar – e não ouvi ligação dela.
Procuramos o telefone dentro do carro – e nada. Nara ligou para meu número. O sinal tocou baixo, bem distante.
Nada de achar. Saltei para ver se estava na mala do carro – e nada.
Nara tocou de novo. De repente, o celular estava confortavelmente instalado no teto do carro.
Risada geral. Susto geral. Desaforos contra mim: “Está maluco?”
Respondi: “Confio no meu Anjo-da-Guarda. Ele não falha. Não me deixaria sem celular”.
Comentário da Nara:
-Mas desta vez você abusou dele. Andamos longa distância, correndo, com um celular no teto do carro, que não caiu. Nem dá para acreditar!
Ri confiante. Felizmente não choveu. Na verdade, a capa de plástico ajudou a grudar o aparelho na lataria, mas mesmo assim foi milagroso.
Vou dar folga ao Anjo-da-Guarda no Carnaval.
(A propósito, Regina ligou mesmo, mas o celular estava no teto do carro. Será que ela vai acreditar? Se duvidar, pode ligar pra Cecilinha, a principal testemunha). 

*RENATO RIELLA é jornalista e colaborador do SOS BRASÍLIA

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