Os dados trazem informações sobre cortes bovinos e suínos. De acordo com o estudo, divulgado na terça-feira (9), a carne de porco foi a que mais teve aumento: 40,16%. Em seguida, aparece a picanha, com alta de 32,39%
Redação SOS Brasília
É o que indica o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento diz respeito ao período entre janeiro de 2020 e janeiro de 2021.
Os dados trazem informações sobre cortes bovinos e suínos. De acordo com o estudo, divulgado na terça-feira (9), a carne de porco foi a que mais teve aumento: 40,16%. Em seguida, aparece a picanha, com alta de 32,39%.
O instituto também divulgou os dados de inflação referentes ao mês passado. Em janeiro, o índice em Brasília ficou em 0,05%. É a terceira menor taxa do país, atrás apenas de Goiânia (GO) e Belém (PA), que registraram deflação de 0,17% e 0,03%, respectivamente.
Mais uma vez, o grupo de alimentação e bebidas foi o que puxou a inflação na capital em janeiro. Segundo o IBGE, a alta foi de 1,22% e, no acumulado de 12 meses, já chega a 12,08%. No mês passado, os itens que tiveram maior alta foram:
- Cebola – 31,73%
- Batata-inglesa – 22,13%;
- Banana-prata – 16,08%
- Manga – 14,21%
- Acém – 7,78%
- Chã de dentro – 6,51%
No sentido contrário, o setor de habitação foi o que teve maior queda de preços, com deflação de 1,02%. O grupo de transportes também registrou a primeira redução desde maio do ano passado, com índice negativo de 0,22%. A deflação foi puxada pelos valores das passagens aéreas, que caíram 29,2%.



