Hospitais públicos têm apoio de 1,3 mil voluntários

Por: Redação SOS

São 1.121 pessoas inscritas no Programa de Voluntariado Profissional e 178 no de Voluntariado Pessoal, ambos com atuação na área de saúde

A Secretaria de Saúde (SES) conta com 1.121 voluntários do Programa de Voluntariado Profissional, nas áreas de enfermagem e técnico em enfermagem, e aproximadamente 178 do Programa de Voluntariado Social, em que os interessados devem atuar nas suas esferas de conhecimento. Os voluntários podem trabalhar em uma das sete superintendências de Saúde do DF; ao final, recebem certificado de participação.

O Programa de Voluntariado Social contempla interessados que possuam nível médio ou superior (completo ou em andamento) para contribuir com a sua área de talento, como cantores, cabeleireiros e contadores de histórias, entre outros. Estes voluntários são regidos pela Portaria nº 180, de 31 de agosto de 2016.

Já o Programa de Voluntariado Profissional contempla interessados com formação na área em que pretendem atuar e que possuam registro profissional no conselho de classe (quando a profissão o tiver). A atividade é realizada em caráter espontâneo, sem remuneração e sem vínculo empregatício, sendo regida pela Portaria nº 216, de 11 de novembro de 2016.

O voluntário escolhe o dia e o horário em que poderá ajudar e dirigir-se à unidade de saúde de seu interesse, na qual procurará pela comissão de voluntariado local, ou poderá encaminhar e-mail com currículo, detalhando o local e a área de interesse, para o endereço eletrônico [email protected]. Adriana Mello reforça que o trabalho não é remunerado e a carga horária é de no mínimo 2 horas e no máximo 40 horas semanais, comprovadas por meio de assinatura de frequência.

Todas as atividades voluntárias contam com um supervisor. No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), existem 28 voluntários no momento. O supervisor dos voluntários de enfermagem do sexto andar da unidade, Carlos Henrique Pereira, é responsável no momento por três dos profissionais que fazem parte de sua equipe. Ele mesmo já foi um voluntário.

“Hoje temos, aqui no andar, dois enfermeiros e um técnico em enfermagem. Somos uma clínica que requer mão de obra especializada. Quando o voluntário chega, ele agrega valores e conhecimentos. Quando saem daqui, eles estão prontos para o mercado de trabalho”, diz. De acordo com Carlos Henrique, cerca de 90% dos voluntários que ingressam no seu setor são recém-formados e sem experiência na área de atuação. “Para o paciente, o programa também é muito importante. O voluntário tem zelo e atenção pelo paciente”, ressalta.

*Com informações da Agência Brasília

 

 

 

 

 

 

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