Alta deve chegar a 16,3% neste ano, de acordo com projeções de entidades do setor. Disparada da inflação é um dos principais motivos
Os planos de saúde individuais podem ter reajuste recorde em 2022 e chegar a 16,3% neste ano, de acordo com projeções da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).
A federação diz que outros fatores também impactam diretamente no reajuste: o aumento no preço de medicamentos e insumos médicos, a forte retomada dos procedimentos eletivos, o impacto de tratamentos de Covid longa e a incorporação de novas coberturas obrigatórias aos planos de saúde.
Os percentuais máximos de reajuste anuais, tanto nos planos individuais quanto nos familiares, são determinados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O maior percentual autorizado até hoje foi de 13,57%, em 2016.
“Vale salientar que o Brasil enfrenta a maior inflação geral em seis anos, o que afeta diversos setores de atividade econômica, incluindo o mercado de planos de saúde”, prossegue a entidade.



